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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Servidores públicos não concursados têm direito ao FGTS...

Servidores públicos não concursados têm direito ao FGTS , 17/11/2014    RSS

Uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) abre brechas para que União, estados e municípios sejam obrigados a pagar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) a todos os servidores contratados sem concurso público. Ao julgar o caso envolvendo uma ex-funcionária da Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor (Febem) do Rio Grande do Sul, os ministros definiram que os envolvidos nesse tipo de contrato têm direito não apenas ao salário pelo período trabalhado, mas aos depósitos e saque no FGTS em caso de demissão. A eles não é concedida, no entanto, a multa de 40% do fundo, que no setor privado é paga pelo empregador. 
 
Pela Constituição Federal, estados podem contratar funcionários sem seleção desde que seja em caráter emergencial e período determinado. No entanto, na prática, esses contratos são renovados por tempo indefinido – medida que foi considerada nula pelo STF, implicando na perda dos demais direitos trabalhistas para o empregado. Os ministros decidiram ainda que a regra terá repercussão geral, ou seja, será aplicada a todas as ações que tenham conteúdo semelhante. Somente no Tribunal Superior do Trabalho (TST) e instâncias inferiores há hoje pelo menos 432 ações envolvendo servidores contratados irregularmente pelo poder público. 
 
A ação envolvendo a funcionária do governo gaúcho questionava acórdão do TST que negou a ela demais direitos garantidos ao trabalhador regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), justamente pelo caráter inconstitucional da contratação, ou seja, sem concurso. Os advogados alegaram no processo que o artigo 37 da Constituição impõe à administração pública a responsabilidade pelos atos ilícitos gerados por ela. Por isso, pleiteavam a integralidade das verbas rescisórias – argumento que não foi acolhido pelo STF em sua totalidade. Os ministros só concederam salário e FGTS. 
O recolhimento do FGTS para os casos de contratos da administração pública considerados nulos foi garantido por meio da Lei 8.036/90, que regulamenta o benefício. O artigo que trata do assunto chegou a ser discutido em uma ação direta de inconstitucionalidade (adin) no STF, mas por seis votos a cinco foi mantido. 
 
Ações Embora a decisão do STF seja recente – o acórdão foi publicado no Diário do Judiciário do último dia 12 –, já há trabalhadores em busca de seus direitos na Justiça. O advogado especializado em direito público Denis Otávio já prepara ações envolvendo professores e agentes penitenciários. “É dever do Estado fazer esse recolhimento, mas até o momento ele não tem se mostrado complacente. Se o funcionário não recorrer ao Judiciário, dificilmente receberá”, afirmou. 
 
O advogado lembra que é possível cobrar judicialmente apenas os últimos cinco anos trabalhados. Em caso de vitória na Justiça, o comum é que o dinheiro seja depositado na conta vinculada do FGTS – para ser sacado pelas mesmas regras dos demais trabalhadores, tais como, em caso de demissão sem justa causa ou para pagamento de imóvel. Se o empregado já tiver deixado o cargo público, o dinheiro correspondente ao fundo vai diretamente para ele. Uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) abre brechas para que União, estados e municípios sejam obrigados a pagar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) a todos os servidores contratados sem concurso público. Ao julgar o caso envolvendo uma ex-funcionária da Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor (Febem) do Rio Grande do Sul, os ministros definiram que os envolvidos nesse tipo de contrato têm direito não apenas ao salário pelo período trabalhado, mas aos depósitos e saque no FGTS em caso de demissão. A eles não é concedida, no entanto, a multa de 40% do fundo, que no setor privado é paga pelo empregador. 
 
Efetivação de servidores em Minas está à espera de quórum na Assembleia Governo de Minas corre para preencher vagas de servidores efetivados
Pela Constituição Federal, estados podem contratar funcionários sem seleção desde que seja em caráter emergencial e período determinado. No entanto, na prática, esses contratos são renovados por tempo indefinido – medida que foi considerada nula pelo STF, implicando na perda dos demais direitos trabalhistas para o empregado. Os ministros decidiram ainda que a regra terá repercussão geral, ou seja, será aplicada a todas as ações que tenham conteúdo semelhante. Somente no Tribunal Superior do Trabalho (TST) e instâncias inferiores há hoje pelo menos 432 ações envolvendo servidores contratados irregularmente pelo poder público. 
 
A ação envolvendo a funcionária do governo gaúcho questionava acórdão do TST que negou a ela demais direitos garantidos ao trabalhador regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), justamente pelo caráter inconstitucional da contratação, ou seja, sem concurso. Os advogados alegaram no processo que o artigo 37 da Constituição impõe à administração pública a responsabilidade pelos atos ilícitos gerados por ela. Por isso, pleiteavam a integralidade das verbas rescisórias – argumento que não foi acolhido pelo STF em sua totalidade. Os ministros só concederam salário e FGTS. 
O recolhimento do FGTS para os casos de contratos da administração pública considerados nulos foi garantido por meio da Lei 8.036/90, que regulamenta o benefício. O artigo que trata do assunto chegou a ser discutido em uma ação direta de inconstitucionalidade (adin) no STF, mas por seis votos a cinco foi mantido. 
 
Ações Embora a decisão do STF seja recente – o acórdão foi publicado no Diário do Judiciário do último dia 12 –, já há trabalhadores em busca de seus direitos na Justiça. O advogado especializado em direito público Denis Otávio já prepara ações envolvendo professores e agentes penitenciários. “É dever do Estado fazer esse recolhimento, mas até o momento ele não tem se mostrado complacente. Se o funcionário não recorrer ao Judiciário, dificilmente receberá”, afirmou. 
 
O advogado lembra que é possível cobrar judicialmente apenas os últimos cinco anos trabalhados. Em caso de vitória na Justiça, o comum é que o dinheiro seja depositado na conta vinculada do FGTS – para ser sacado pelas mesmas regras dos demais trabalhadores, tais como, em caso de demissão sem justa causa ou para pagamento de imóvel. Se o empregado já tiver deixado o cargo público, o dinheiro correspondente ao fundo vai diretamente para ele.
 
Fonte: Estado de Minas
http://www.brettasereis.adv.br/noticias/servidores-publicos-nao-concursados-tem-direito-ao-fgts

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

PROFESSOR DE CONTRATO EMERGENCIAL DO RS TÊM DIREITO AO FGTS...

Servidores públicos não concursados têm direito ao FGTS

União, estados e municípios são obrigados a recolher o Fundo de Garantia para servidores não efetivos. Decisão tomada pelo STF em ação do Rio Grande do Sul vale para todo o país.



 postado em 26/09/2014 00:12 / atualizado em 26/09/2014 09:07







Uma decisão do
Supremo Tribunal Federal (STF) abre brechas para que União, estados e municípios sejam obrigados a pagar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) a todos os servidores contratados sem concurso público. Ao julgar o caso envolvendo uma ex-funcionária da Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor (Febem) do Rio Grande do Sul, os ministros definiram que os envolvidos nesse tipo de contrato têm direito não apenas ao salário pelo período trabalhado, mas aos depósitos e saque no FGTS em caso de demissão. A eles não é concedida, no entanto, a multa de 40% do fundo, que no setor privado é paga pelo empregador. 

Pela Constituição Federal, estados podem contratar funcionários sem seleção desde que seja em caráter emergencial e período determinado. No entanto, na prática, esses contratos são renovados por tempo indefinido – medida que foi considerada nula pelo STF, implicando na perda dos demais direitos trabalhistas para o empregado. Os ministros decidiram ainda que a regra terá repercussão geral, ou seja, será aplicada a todas as ações que tenham conteúdo semelhante. Somente no Tribunal Superior do Trabalho (TST) e instâncias inferiores há hoje pelo menos 432 ações envolvendo servidores contratados irregularmente pelo poder público. 

A ação envolvendo a funcionária do governo gaúcho questionava acórdão do TST que negou a ela demais direitos garantidos ao trabalhador regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), justamente pelo caráter inconstitucional da contratação, ou seja, sem concurso. Os advogados alegaram no processo que o artigo 37 da Constituição impõe à administração pública a responsabilidade pelos atos ilícitos gerados por ela. Por isso, pleiteavam a integralidade das verbas rescisórias – argumento que não foi acolhido pelo STF em sua totalidade. Os ministros só concederam salário e FGTS. 

O recolhimento do FGTS para os casos de contratos da administração pública considerados nulos foi garantido por meio da Lei 8.036/90, que regulamenta o benefício. O artigo que trata do assunto chegou a ser discutido em uma ação direta de inconstitucionalidade (adin) no STF, mas por seis votos a cinco foi mantido. 

Ações Embora a decisão do STF seja recente – o acórdão foi publicado no Diário do Judiciário do último dia 12 –, já há trabalhadores em busca de seus direitos na Justiça. O advogado especializado em direito público Denis Otávio já prepara ações envolvendo professores e agentes penitenciários. “É dever do Estado fazer esse recolhimento, mas até o momento ele não tem se mostrado complacente. Se o funcionário não recorrer ao Judiciário, dificilmente receberá”, afirmou. 


O advogado lembra que é possível cobrar judicialmente apenas os últimos cinco anos trabalhados. Em caso de vitória na Justiça, o comum é que o dinheiro seja depositado na conta vinculada do FGTS – para ser sacado pelas mesmas regras dos demais trabalhadores, tais como, em caso de demissão sem justa causa ou para pagamento de imóvel. Se o empregado já tiver deixado o cargo público, o dinheiro correspondente ao fundo vai diretamente para ele.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

SEMINÁRIO INTEGRADO ESCOLA RUYZÃO IJUÍ/RS...

Temas abordados:
E os seus sonhos,foram realizados?
Direitos trabalhistas dos atletas,
Prostituição e impactos na sociedade,

Financiamentos Educacionais,
O Mercado de Trabalho,
Saúde,
Status Social e
O curso de Direito.






























quarta-feira, 23 de julho de 2014

PROFESSORA DE CONTRATO EMERGENCIAL É INDENIZADA EM SP...

23/7/2014 Professora que não era efetiva e lecionou por 13 anos em município será indenizada por danos morais
http://portal.trt15.jus.br/mais-noticias/-/asset_publisher/VlG0/content/id/2040775
-Notícias http://portal.trt15.jus.br/mais-noticias/-/asset_publisher/VlG0/content/professora-que-nao-era-efetiva-e-lecionou-por-13-anos-em-municipio-sera-indenizad…

Professora que não era efetiva e lecionou por 13 anos em município será indenizada por danos morais
Por Ademar Lopes Junior
A 9ª Câmara do TRT-15 aumentou o valor da indenização por danos morais, arbitrado em R$ 30 mil pelo Juízo da Vara doTrabalho de Capivari, para R$ 50 mil, atendendo, assim, parcialmente, ao recurso da reclamante, uma mulher que trabalhou por mais de 13 anos como professora municipal, sem concurso público. O Município de Rio das Pedras, a reclamada, pediu, com seu recurso, a reforma da decisão de primeira instância, que o havia condenado ao pagamento de danos morais. O colegiado, porém,
negou provimento.
O relator do acórdão, o então juiz convocado Edison dos Santos Pelegrini, afirmou que "a regra para a administração pública direta, indireta ou fundacional de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios é a contratação de pessoal através de concurso público, salvo as nomeações para cargo em comissão (art. 37, I e II da CF/88)". O relator lembrou ainda que "pode haver contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público", cujo dispositivo constitucional está regulamentado pela Lei nº 8.745, de 9/12/93, e seu art. 2º enumera os casos assim considerados de necessidade temporária de excepcional interesse público (incisos I a IX), dentre os quais, a de professor substituto e visitante; e de professor e pesquisador visitante estrangeiro (que não é o caso da reclamante).
O acórdão afirmou que o Município, por ser ente da administração pública direta, está sob os preceitos e princípios constitucionais e legais que regem a administração pública, dentre eles os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade,publicidade e eficiência, e por isso, aplicam-se "as normas legais e constitucionais, sobretudo a exigência de concurso público para acessibilidade aos empregos públicos, como forma de moralizar a administração pública, abolindo-se de vez por todas o
famigerado compadrio".
De acordo com os autos, a reclamante prestou serviços para o Município, exercendo a função de professora, no período de 14/3/1997 a 4/5/2010, sem a realização de concurso público. O acórdão ressaltou que, pela ausência de concurso, é "forçoso concluir pela nulidade na contratação, incidindo a regra inserta no inciso II do art. 37 da CF/88, o que atrai a incidência do § 2º do mesmo artigo, implicando, por conseguinte, na nulidade do ato, bem como na punição da autoridade responsável pela irregularidade".
A Câmara salientou ainda que, "acerca dos efeitos pecuniários da contratação irregular de servidor público, a jurisprudência laboral tem-se encaminhado no sentido de reconhecer ao trabalhador o direito à contraprestação ajustada, referentemente às horas laboradas e consectários legais", conforme Súmula 363 do TST.
O colegiado também afirmou que, na aplicação da lei, "o julgador deve estar sempre atento aos fins sociais da lei e às exigências do bem comum, adotando a solução que seja mais justa e equânime possível (art. 852-I da CLT), sem perder de vista a realidade socioeconômica", prestigiando-se "o princípio da primazia da realidade, o contrato realidade; os fatos como acontecem no mundo real, independentemente da forma".
O colegiado destacou, por fim, que o vício da contratação, a falta de concurso, "é ato exclusivo do contratante, não tendo o trabalhador como imiscuir nesse assunto", de acordo com o princípio da proteção ao hipossuficiente, sobretudo levando-se em conta a realidade social do país, em que a tônica tem sido o desemprego, o subemprego ou a precarização do trabalho. O acórdão destacou ainda os fundamentos da República brasileira e da ordem econômica, que são "a cidadania; a dignidade da pessoa humana;
a valorização do trabalho humano; a existência digna; e a justiça social (arts. 1º e 170 da CF)", afirmando que todos eles "devem permear as relações de trabalho". Também afastou a alegação de que "a dispensa ocorreu para que não se perpetuasse a nulidade do contrato", justificando que "o Município se beneficiou do labor da reclamante por 13 anos nessas condições".
Por ter se mantido meses aguardando para saber sua real condição junto ao Município, que teve como desfecho sua rescisão, a professora, segundo o colegiado, sofreu com o constrangimento, a humilhação e a angústia, "por ter laborado como professora municipal por treze anos e de repente se ver num ‘imbróglio' constrangedor, com final nada agradável", concluiu o acórdão.
A Câmara salientou, por fim, que é "justo e equânime conferir à reclamante uma indenização pelos danos morais", porém,entendeu ser necessário aumentar o valor da indenização para R$ 50 mil, a título de indenização por danos morais. (Processo0000348-39.2012.5.15.0039)

 Professora que não era efetiva e lecionou por 13 anos em município será indenizada por danos morais http://portal.trt15.jus.br/mais-noticias/-/asset_publisher/VlG0/content/id/2040775
http://portal.trt15.jus.br/mais-noticias/-/asset_publisher/VlG0/content/professora-que-nao-era-efetiva-e-lecionou-por-13-anos-em-municipio-sera-indenizad… 2/2

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quarta-feira, 22 de maio de 2013

FDRH vai divulgar gabarito do concurso 2013 do MAGISTÉRIO antes do previsto

gabarito-fdrh
A Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH) e a Secretaria da Educação do RS (Seduc) anteciparam a divulgação do gabarito do concurso público do magistério, realizado no domingo, 19/5.
O gabarito será publicado no Diário Oficial desta quarta-feira, 22/5, dois dias antes do previsto.
O sucesso do concurso contou muito para a antecipação, declara o Diretor-Presidente da FDRH, Jorge Branco. “O critério era aguardar a chegada de todas as atas e cartões-resposta à nossa sede. Assim, a FDRH concluiu esta etapa com a chegada de todos os materiais e executores, que foram conferidos e verificados, o que possibilitou antecipar a divulgação do gabarito. O certame transcorreu sem problemas, foi um sucesso”, explica Jorge.
Com informações da FDRH-RS.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Whatever: uma palavra de vários significados...

Posted: 10 Sep 2012 06:55 AM PDT

Este post está sendo criado a partir de uma dúvida da leitora Vania Oliveira, que mandou e-mail perguntando. Sempre gosto quando os leitores enviam suas dúvidas, pois assim fica mais fácil saber quais as dificuldades que se tem com relação ao inglês. No final das contas, a dúvida da pessoa pode ser a dúvida de mais gente e assim todos saem felizes. :)
A dúvida em questão é com relação ao significado da palavra whatever  (pronúncia  aqui ). Ela pode ser usada tanto de maneira formal quanto de maneira informal. Vejamos um pouco de cada uma delas.

De maneira formal, ela tem relação com “qualquer coisa“, “por mais que“, “o que quer que seja“, “não importa o que seja“, “tanto faz“, entre outros, conforme descrito pelo Dicionário Michaelis . A imagem que ilustra este post é um bom exemplo de uso desta palavra: “You really can do whatever  you want“. Esta palavra pode ser traduzida por “Você realmente pode fazer o que quer que você queira“, ou ainda “Você realmente pode fazer o que quiser, não importa o que seja“.
Veja outros exemplos de frases com whatever :
  • Use a pencil, a pen, or whatever ;
  • Tell your secret, whatever  happens;
  • Whatever  I may do, I never satisfy you;
  • I’m free to be whatever  I choose;
Além disso, esta palavra é usada de maneira informal, como se fosse uma gíria . Se você acompanha os podcasts  do site Jovem Nerd, também chamado de NerdCast , já está acostumado com esta expressão, pois a usam com frequência. Antes de falar do seu significado, um aviso: tenha cuidado ao usar esta expressão neste sentido, pois segundo uma pesquisa , ela foi escolhida a expressão mais irritante da língua inglesa.
Voltando ao assunto, você pode usar a expressão whatever  também no sentido de “tanto faz“, “que seja“, “enfim“, “não me importo“. Veja um exemplo no diálogo abaixo:
  • -We’re having pizza tonight.
  • -Whatever . I don’t care.
A pessoa que respondeu estava dizendo que não estava nem aí se teria pizza, lasanha, arroz com batata, pão de queijo ou qualquer outra coisa. Provavelmente ela não estivesse com fome, fosse comer fora ou estava zangada com a pessoa que respondeu.
Whatever  é também o nome de uma música do Oasis. Veja:
http://www.youtube.com/watch?v=zPEhFwCYxHM

Para finalizar, deixo alguns links onde você pode ter mais informações:
  • Whatever (slang) ;
  • Expressões usadas por adolescentes e universitários ;
  • Your Dictionary: Whatever ;
  • Whatever (Merriam Webster) ;
Por hoje é isso, aguardem mais conteúdos em breve. Até mais,

A EXPRESSÃO "SUPPOSED TO"...


You are supposed to read this… 
Posted: 11 Sep 2012 06:58 AM PDT
 Se você costuma ler histórias, jornais ou principalmente assistir filmes ou séries em inglês, possivelmente já tenha se deparado com frases que continham a expressão “…supposed to …“. Na verdade, a expressão completa contém o verbo to be na frente, ficando “to be supposed to “. E nas frases, o verbo to be  é conjugado em suas formas normais, seja no presente, passado ou futuro . Sendo assim, você precisa aprender a conjugar o verbo to be  (nível básico do inglês)  para poder compreender o tópico de hoje.
Em tese, a expressão be supposed to  indica algo que a pessoa deve saber/conhecer/fazer e que já tenha sido previamente combinado ou esteja implícito na frase. Exemplo: “People are not supposed to  drink when they go to drive“. Esta frase está no presente, na terceira pessoa do plural (they) e portanto a conjugação do be inicial é are (they are). Como a frase é negativa, fica are not. O significado da frase é “As pessoas não deveriam beber quando vão dirigir”. Isso é algo que está implícito, pois todos sabem que não se deve dirigir e beber, pois o resultado disso pode ser trágico.
Veja outros exemplos:
  • I’m supposed to  get to work by 8;
  • You were supposed to  be sleeping now;
  • I was supposed to  call her, but I forgot;
  • You’re not supposed to  smoke here.
Além disso, podemos usar be supposed to  quando ouvimos alguma informação sobre algo ou alguém, mas que não temos certeza que é verdade ou não, ou ainda no nosso ponto de vista pode ser que não seja como nos foi dito. Neste caso, em português, podemos traduzir como “ouvi dizer” ou “me disseram que… Veja exemplos:
  • This movie is supposed to  be very funny (‘Este filme deve ser muito engraçado’ – não vi o filme ainda, mas ouvi dizer que é engraçado’);
  • Mary  is supposed to  speak five languages (‘Me disseram que Mary  fala cinco idiomas);
  • Erica’s new boyfriend is supposed to  be very rich (‘Ouvi dizer que o novo namorado da Érica é muito rico’).
E como sempre achei que o Youtube é uma excelente maneira de aprimorar o seu inglês , exibo abaixo um vídeo que fala sobre este tema, explicado por um professor nativo. Veja:
http://www.youtube.com/watch?v=p9CYJYq_xNc

Well, that’s all for today. If you liked this post, you are supposed to  share this on Facebook, so your friends are supposed to  like it too :) .
See you later,

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

SILENT LETTERS...

Silent letters – letras não pronunciadas
Posted: 09 Sep 2012 06:56 AM PDT


Para começar este post, vou explicar inicialmente o conceito em português. Vamos pegar as seguintes palavras: hora e guerra. O que elas têm em comum? Simples, ambas as palavras possuem letras que não são pronunciadas. Na palavra hora temos o h e na palavra guerra temos a letra u. O fato de o gu ser um dígrafo e que sem a letra u o som da palavra mudaria não será levado em conta aqui.
O fato é que em inglês existem letras assim também, e em quantidade maior que no português. Essas letras são chamadas de silent letters. Elas não seguem nenhuma regra em específico, porém seguem alguns padrões. Vou tentar resumi-los aqui:
  • a letra G no encontro gn: foreign, sign, champagne;
  • GH antes de T e no final de algumas palavras: thought, daughter, through, right;
  • a letra H após W e no começo de algumas palavraswhat, where, honor, why, honest, whether, hour;
  • a letra K quando vem antes de N e está no começo da palavraknow, knowledge, knight, knee, knife;
  • a letra L quando vem antes de D, F, M, K: should, calm, talk, salmon, half;
  • a letra N, quando no final da palavra e precedida por M: autumn, hymn;
  • a letra T, quando a palavra termina com -tle ou -ten, e na palavra Christmas: castle, listen, fasten, often, whistle;
  • a letra U, quando vem após o G e antes de uma vogalguess, guilt, guest, guitar;
  • a letra W, quando vem antes de Rwrite, wrong, wrap;
  • a letra W, nos casos a seguir: who, whose, whom, whole, whore;
  • a letra P em palavras que comecem com psych ou pneupsychiatrist, pneumonia, psychotic;
  • a letra B, quando vem depois do M no final da palavra: climb, dumb, cromb;
  • letra C, em palavras que terminam com -scle: muscle, corpuscle;
  • letra S, nos seguintes casos: island, isle;
  • letra D, nas três palavras a seguir: Handkerchief, sandwich, Wednesday
Esses são os principais casos onde as silent letters aparecem. 

terça-feira, 4 de setembro de 2012

RAISE OR RISE?

Qual a diferença entre “raise” e “rise”? 
Posted: 04 Sep 2012 06:51 AM PDT
Raise” e “rise” são palavras que costumam pegar muita gente desprevenida em provas mundo afora. Para falantes de português, elas são complicadas pois têm o mesmo significado “levantar”. Esse pelo menos é o significado que a maioria associa às duas palavras. Portanto, como saber se deve usar um ou outra?

Raise”, além de “levantar”, pode ainda ser traduzida por “erguer”, “elevar”, “erigir”. Porém, dependendo do contexto e das palavras que estiverem próximas a ela o significado pode mudar. Assim, o que você tem de aprender, e isso é algo que eu sempre digo, é observar as palavras por perto de para saber como traduzi-la e mesmo como usá-la corretamente:
  • He raised his voice. (Ele ergueu a voz.)
  • She couldn’t raise the hood. (Elá não conseguia levantar/erguer o capô)
  • They gave her medications to raise her blood pressure. (Deram a ela remédios para aumentar/elevar a pressão sanguínea.)
  • If we raise a loud protest, perhaps they’ll listen to us. (Se fizermos um protesto barulhento, talvez eles nos escutem.)
  • Most parents raise their children carefully. (A maioria dos pais criam/educam seus filhos com muito cuidado.)
  • My goal is to raise $500 for this. (Meu objetivo é arrecadar/levantar $500 para isso.)
  • Why does no one raise the obvious questions? (Por que ninguém faz a pergunta óbvia?)
  • 3 raised to the third power is 27. (3 elevado à terceira potência é 27.)
  • Monuments were raised in honor to the dead. (Monumentos foram erguidos/erigidos/construídos em memória dos mortos.)
 Essa mesma observação vale para a palavra “rise”. Ou seja, nós só sabemos o seu significado e uso de acordo com as palavras próximas a ela. 
  • The airplane rose slowly into the air. (O avião levantou-se vagarosamente no ar.)
  • As the sun rose in the sky the temperature declined. (Conforme o sol se erguia no céu a temperatura diminuía.)
  • Márcia felt the hairs rise on the back of her neck. (Márcia sentiu os pelos levantarem em sua nunca.)
  • Sales rose by 20% last month. (As vendas subiram 20% no mês passado.)
  • Smoke rose from the chimney. (A fumaça saía/se erguia pela chaminé.)
  • He rose to the rank of major. (Ele recebeu a patente de major.)
A melhor maneira de aprender a diferença entre essas duas palavras é sempreconsultando um bom dicionário  ou envolvendo-se com a língua o máximo possível. Assim, ao se deparar com uma sentença como “cyber crime is rising...”, você logo nota que com a palavra “crime” o correto será “rise”.

Isso ajuda você ao fazer uma prova que eventualmente tenha uma questão como a que segue abaixo:

In Britain stabbings are up 72% and overall crime is ..................... dramatically.
a. raising
b. lifting
c. rising
d. elevating

Embora todas as opções pareçam ser possíveis, você saberá que “rise” é a que melhor combina com “crime”. Assim, fica fácil saber que a opção que melhor completa a sentença é a letra “c” (rising).

Para encerrar, vale lembrar que “raise” e “rise” também são substantivos. Logo, temos de aprender a usá-las nessa função. Em alguns casos poderá haver diferenças de uso entre uma variante da língua inglesa e outra. Por exemplo, “aumento de salário” no inglês americano é “pay raise”, já no inglês britânico é “pay rise”. 

FONTE; DENILSO LIMA.