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quinta-feira, 19 de abril de 2012

USOS DO VERBO "tell" EM INGLÊS...


Posted: 17 Apr 2012 01:47 PM PDT
“Tell” é um desses verbos danados da da inglesa que sempre causa confusão. Não é à toa que estudantes de inglês, vira e mexe, se pegam em dúvida sobre seus usos e significados. Se você sofre do mesmo mal, essa dica é especial para você.

Antes de continuar, aviso a todos que não dá para abordar todos os usos de uma das palavras mais usadas em inglês em apenas uma postagem no blog. Abaixo procuro falar das mais comuns. Portanto, para que você aprenda os outros usos recomendo que dê uma olhada em um bom dicionário de inglês.

Dito isso, começo falando sobre o uso de “tell” que todo mundo já sabe. Aquele cujo significado é “dizer” ou “falar”:
  • I’ll tell her what to do. (Vou dizer a ela o que fazer.)
  • Don’t tell me you did that. (Não me diga que você fez isso.)
  • Please, don’t tell them anything about that. (Por favor, não conte nada a elas sobre isso.)
Quando estamos falando algo que alguém disse, podemos traduzir “tell” por “contar”, “falar” ou “dizer”. Nesses casos, vale você saber que “tell” aparece com mais frequência em sua forma no passado: told.
  • He told us he wouldn’t come to the party. (Ele nos falou que não viria à festa.)
  • I told them everything I knew. (Contei a eles tudo o que eu sabia.)
  • Did she tell him what really happened? (Ela disse a ele o que aconteceu de verdade?)
  • We didn’t tell her why he was there. (Nós não contamos a ela porque ele estava lá.)
Outro momento em que traduzimos “tell” como “contar” é nas combinações “tell a lie” (contar uma mentira) e “tell the truth” (contar a verdade). Claro que podemos traduzir ainda como “falar” ou “dizer”; afinal, o modo como combinamos as palavras depende da região em que moramos.
  • Why don’t you tell the truth? (Por que você não conta a verdade?)
  • She never tells the truth. (Ela nunca fala a verdade.)
  • I hate when people tell me lies. (Odeio quando contam mentiras para mim.)
“Tell” tem ainda o sentido de “diferenciar”, “perceber a diferença”. Se você gosta de Pink Floyd, deve lembrar que a letra da música “Wish You Were Here” começa assim: “so, you think you can tell heaven from hell?”. Nesse início a tradução fica dessa forma “então você acha que sabe diferenciar o céu do inferno?” ou “então você acha que sabe dizer qual a diferença entre o céu e o inferno?”. Veja outros usos de “tell” com esse significado:
  • Who is who? I can’t tell. (Quem é quem? Não consigo diferenciar.)
  • Can you tell Pepsi from Coke? (Você consegue diferenciar a Pepsi da Coca?)
  • They’re so alike I can hardly tell one from the other. (Eles são tão parecidos que eu mal consigo diferenciar um do outro.)
Um último uso a ser mencionado aqui é o de “tell” com o sentido de “mandar” (ordenar):
  • I’m not asking you – I’m telling you. (Eu não estou te pedindo – Estou mandando.)
  • I told you to call her, but you didn’t. (Eu mandei você ligar para ela, mas você não ligou.)
  • He told me to stay here, so I won’t move. (Ele mandou eu ficar aqui, então não vou me mexer.)
Como dito no início, há ainda outros usos do verbo “tell” em inglês. Para aprender todos, você precisa ser paciente e ter um bom dicionário. Assim, você vai aprendendo certinho e aos poucos. Nada de pressa! Quando você menos perceber vai estar com os usos do verbo “tell” na ponta da língua. Caso queira saber mais leia a dica “Qual a Diferença entre Say e Tell?”.

That’s it for now, guys! Take care!

FONTE: DENILSO LIMA.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

12 SITES DE INGLÊS SUPER INTERESSANTES...


Posted: 16 Apr 2012 01:52 PM PDT
Decidi hoje fazer uma lista de outros sites/blogs com dicas de inglês que você leitor do Inglês na Ponta da Língua deve acompanhar para ficar ainda mais com o inglês na ponta língua. Afinal, quando você junta as dicas de um site/blog com as de outro, você aprende muito mais. 

Na lista abaixo, incluo os três sites/blogs que fazem parte da história do Inglês na Ponta da Língua: Tecla Sap, Inglês Online e English Experts. Esses três foram fundamentais para que o Inglês na Ponta da Língua chegasse onde está (Thank you, guys!). Os outros são mais recentes e estão crescendo em qualidade e conteúdo. Vale dizer que a lista não demonstra uma ordem de preferência da minha parte. Para mim todos são fantásticos e você, leitor do Inglês na Ponta da Língua, deve acompanhá-los.

Tecla Sap - O Ulisses, tradutor e intérprete de conferências, que me perdoe, mas tenho de dizer que o Tecla Sap é o pai (ou será o vovô?) da maioria dos sites/blogs com dicas de inglês. Afinal, o Tecla Sap existe desde a década de 1990. Portanto, trata-se de um trabalho rico em conteúdo e que vale ganhar horas de visitas.

Inglês Online - A prof. Ana Luiza dá dicas de gramática, vocabulário, expressões e muito mais em seu trabalho. Além disso, ela tem um podcast digno de ser acompanhado pelos falantes nativos da língua inglesa. Um trabalho magnífico que deve estar nos seus favoritos com certeza.

English Experts - O Alessandro começou o English Experts um pouquinho antes do Inglês na Ponta da Língua. Por isso, costumo dizer que o English Expert e o Inglês na Ponta da Língua são primos. Leia as dicas, cadastre-se no fórum e compartilhe informações com inúmeros outros estudantes e professores de inglês que estão por lá. Em resumo, torne-se um expert.

Transparent Inglês - Esse é mantido pelo prof. Adir Ferreira, cujas dicas são simples, claras e diretas. O Adir encanta não apenas pelo inglês e trabalho que realiza, mas também pela sua história de vida. Sem dúvidas, merece todo meu respeito, admiração e indicação.

Espresso English - A prof. Shayna é americana, mas mora no Brasil. As dicas dela no Espresso English são simplesmente fantásticas. Sou fã de carteirinha! Quando visitar o site/blogdela, tenha vários cafezinhos por perto; afinal, você vai se deliciar com as dicas que ela publica por lá. 

English: it’s now or never - a prof. Iramaia fala sobre experiências vividas e compartilhadas como aprendiz de língua inglesa. Isso significa que você encontra no blog/site muita dica legal que devem ser acompanhadas de perto.

Você Pode Falar Inglês - Esse é mantido pelo prof. Eduardo Souto. Além das dicas diárias, todos os domingos é publicado lá um Top Five das dicas de inglês da semana. Nesse Top Five - chamado de Compartilhando Conhecimento - são publicados os sites/blogs que tiveram as cinco melhores dicas da semana de acordo com ele. Serve de ajuda para você saber o que teve de bom na web durante a semana.

Inglês Gourmet - Esse é mantido pela professora e tradutora Andrea Martins. Ela é especialista em traduções de Culinária e Gastronomia. O site/blog traz, portanto, dicas de inglês relacionadas a essas áreas. As dicas são deliciosas, o problema é que dá fome: fome de comer algo e fome de querer aprender inglês cada vez mais.

Inglês pra Valer - Esse é mantido pela prof. Márcia. O slogan do site/blog já diz tudo: O Inglês pra Valer tem o que você procura. Então, visite o trabalho dela e procure por dicas e curiosidades de inglês que ajudarão você a ficar ainda mais fera no inglês
Inglês na Rede - o prof. Renato Alves é mais um maluco que aprendeu inglês sozinho e hoje dá aulas de inglês. Seu Inglês na Rede tem dicas para quem estuda inglês por conta e que deseja melhorar cada vez mais as suas habilidades com o inglês. 

Inglês para Leigos - Ueritom é professor de informática apaixonado por inglês. No site/blogdele estão dicas de inglês que ele como estudante passa para aqueles que também estão aprendendo inglês. vela a pena conferir as dicas que ele dá do ponto de vista de um aprendiz como você.

Inglês no Supermercado - A princípio, você pode estranhar o título desse site/blog. Mas, a ideia é genial. O prof. Fred dá dicas de inglês fazendo uso de embalagens de produtos. Aconselho você a conhecer o Inglês no Supermercado de perto e assim saber como são as coisas por lá. Vale muito a pena!

Ufa! Tenho certeza que com essas feras aí, você só aumenta as chances de ficar com o seu inglês na ponta da língua. Afinal, a minha ideia aqui no Inglês na Ponta da Língua é justamente essa: ajudar você, leitor e leitora, a aprender cada vez mais e mais. Seja aqui no Inglês na Ponta da Língua ou no trabalho desses super  profissionais. Trabalhos esses mantido com qualidade, criatividade, paixão e sempre focados no aprendizado de todos os brasileiros.

That’s it for now! Espero que você gostem dos sites/blogs indicados. E ao pessoal que cuida de cada um desses sites/blog, dou os meus parabéns e desejo sempre muito sucesso a você. Take care, you all!

FONTE: DENILSO LIMA...

quinta-feira, 12 de abril de 2012

O INGLÊS DAS MÚSICAS...


Posted: 09 Apr 2012 09:00 PM PDT
Todo mundo diz que ouvir músicas é uma excelente maneira de se aprender inglês. Isso porque ao ouvir uma música você aprende vocabulário e expressões. Você também afia também os ouvidos para entender o que a música significa. Isso deixa o seu listening muito mais apurado. Fora isso tem também a gramática. Dá para aprender gramática lendo a letra de uma música. 

Calma, aí! Será que dá mesmo para aprender a gramática da língua inglesa ouvindo músicas? Estou fazendo essa pergunta pois vez ou outra recebo e-mails de leitores perguntando porque em uma determinada música o cantor diz “he don’t” ao invés de “he doesn’t” ou “you is” no lugar de “you are”.  Portanto, será que música ajuda mesmo a aprender gramática? Será que podemos confiar 100% na gramática das músicas?

A minha resposta para isso é a seguinte: compositor nenhum nesse mundo escreve uma música pensando em regras gramaticais. Ou seja, eles não acordam e dizem “hoje estou com uma vontade louca de escrever uma música no Present Perfect”.  Fala sério, você acha mesmo que os caras escrevem músicas tendo como inspiração uma regra gramatical? Você os imagina com livros de gramáticas enquanto escrevem uma música? Se você acha que é assim que eles escrevem músicas, eu vou dizer que você também acredita em Papai Noel, Coelhinho da Páscoa, Bicho Papão e político honesto!

Eu acho um absurdo as pessoas (professores) usarem músicas para ensinar regras gramaticais. As músicas são escritas levando em conta os sentimentos, o público que vai ouvir, a melodia, o ritmo, etc. Os fatores que levam uma música a ser composta não são as regras gramaticais presentes em livros de gramática. Se você é professor de inglês, leia mais sobre isso no texto “Músicas no Ensino de Inglês: que tal fazer de um jeito diferente?”.

Dito isso, meu conselho é o seguinte: tome muito cuidado ao ouvir uma música. Pois, embora sejam compostas por falantes nativos da língua inglesa, elas contêm “erros” quando comparados com a Gramática Normativa da Língua Inglesa. Para facilitar, vou dar exemplos.

Em várias músicas da cantora Britney Spears encontramos ela dizendo “he don’t” no lugar de “he doesn’t”. Uma dessa músicas é Amnesia. Logo no começo da música ela diz “if he wanna see me, he don’t even know it”. Na música He About To Lose Me, ela canta “I see that he don’t care”. Rihanna faz o mesmo ao cantar “got a girl at home, but he don’t care” na música Good Girl Gone Bad. Nessa mesma música ela ainda canta “all he’ll do is keep me at home”. As gramáticas mais exigentes dirão que o correto é “all he’ll is to keep me at home” ou “all he’ll do is keeping me at home”. 

A bela Fergie, na música Fergalicious, dá um exemplo de que ela não se daria bem no Soletrando do Caldeirão do Huck. Nessa música ela canta “T to the A to the S-T-E –Y. Girl, you’re tasty”. Percebeu que ela soletra T-A-S-T-E-Y para a palavra “tasty” que vem logo na sequência?

O verbo “sangrar” em inglês é “bleed”. Esse é um dos verbos irregulares em inglês cuja forma é “bled”. No entanto, Justin Timberlake canta “when you cheated girl, my heart bleeded girl”, na música What Goes Round.

Esse tipo de coisa não é privilégio dos cantores de agora não. Também encontramos erros assim nos clássicos. Bryan Adams, em Run to You, canta “but that’d change if she ever found out about you and I”. O certo é “... found about about you and me”. Já o grupo The Police nos deu a pérola “everything she do just turns me on” em Every Little Thing She Does Is Magic. Lembre-se que o certo deveria ser “everything she does just...”.  

A lista é grande! Lembro-me que a música que mais deu trabalho tempos atrás foi o sucesso The Way I Are do Timbaland. No título da música já se vê a confusão sendo formada! Não deveria ser The Way I Am? Na época eu perdi as contas dos e-mails que recebi pedindo para eu explicar em que situações usamos “I are”. Resposta: em nenhuma; isso aí é coisa da música apenas.

Portanto, cuidado com esse negócio de aprender inglês com músicas. Vale a pena! Ajuda bastante! Mas, muitas vezes a gramática das músicas é a gramática do dia a dia ou simplesmente gramática nenhuma. 

Ou seja, em alguns casos (he don’t, she do, about you and I, etc.), os artitas procuram fazer uso da forma como determinado grupo fala inglês coloquialmente. Geralmente, o público alvo desses cantores (geralmente pessoas abaixo dos 30 anos de idade) falam assim no dia a dia, mas em situações falam certo (ou não - vai saber!). A gramática usada por esse público é descontraída, fora das regras dos livros e tudo mais. Já em outros casos (I are) a gramática é apenas invenção do artista por alguma razão desconhecida. ele escreveu aquilo lá e pronto! 

Para evitar essas confusões, um bom livro de gramática e um pouco de discernimento ajudarão você a entender o que é certo para contextos formais e o que é certo para o dia a dia mais descontraído. Se você tem um livro de gramática, ou o costume de pesquisar em blogs e sitessaberá que esse tipo de linguajar das músicas nem sempre reflete a gramática que você aprende em livros, cursos, escola, cursinho, etc. Na dúvida, fique sempre com o que está no livro! Aproveite ainda para ler essas duas dicas: Aprendendo Inglês com Músicas e Firework de Katy Perry (um exemplo de como aprender inglês de um jeito diferente usando músicas).

Para encerrar a dica, conto aqui um fato que ocorreu na década de 1990 e deu muita dor de cabeça para os professores de inglês na época. A banda inglesa Oasis lançou uma música que foi sucesso. Trata-se do clássico Wonderwall, composta pelo então líder da banda, Liam Gallagher. Na época todo mundo queria saber o significado de “Wonderwall”. Como não tinha nada nos dicionários, inúmeras teorias surgiram. Mas, o mistério foi solucionado quando perguntaram ao mau-humorado Liam o que realmente significava “wonderwall”, ele com uma simpatia singular respondeu “Sei lá! Eu tava tão chapado quando escrevi essa música que nem lembro mais o que é. Só sei que quando voltei ao normal eu achei legal e deixei assim”. Interessante, não?

GRAMÁTICA: FIRST CONDITIONAL e SHOULD...




Posted: 10 Apr 2012 08:00 PM PDT
Dias atrás, voltando para Curitiba, estava eu acomodado no avião, quando ao ouvir o speech da tripulacão notei algo curioso. O comissário de bordo ao fazer a leitura do speech em inglês disse “should you have any questions, just call one of the flight assistants...”. Pensei por alguns instantes sobre essa estrutura e decidi escrever sobre o famoso First Conditional e o modal verb Should.

Caso você não esteja lembrado (ou não saiba), o First Conditional em inglês é algo muito simples e que não deve assustar ninguém. Eu já escrevi sobre ele aqui no blog meses atrás. Mas, colocarei abaixo alguns exemplos para você relembrá-lo:
  • If you study hard, you pass the test. (Se você estudar bastante, você passa na prova.)
  • If you have any question, just call me. (Se você tiver alguma dúvida, é só me chamar.)
  • If he has the money, we have the time. (Se ele tem a grana, nós temos o tempo.)
Observe que nesse tal de First Conditional, usamos a palavra “if” (se) seguida de um pronome e o verbo no Present Simple. Nada muito complicado. Para entender melhor o que quero dizer leia a dica Gramática do Inglês: First Conditional. Mas, o que tem a palavra “should” com isso tudo?

Digamos que você queira falar as sentenças acima de um jeito mais pomposo. Ou seja, digamos que ao invés de falar do modo normal, você queira falar diferente. O que fazer? Ou melhor, como fazer isso? É aí  que entra em ação a palavra “should”. Veja as sentenças abaixo:
  • Should you study hard, you pass the test.
  • Should you have any question, just call me.
  • Should he have the money, we have the time.
Essas sentenças escritas com “should” têm a mesma tradução que aquelas escritas com “if”. A única coisa que muda é o estilo. Nós saímos de uma forma considerada simples e comum para uma mais formal e rebuscada. Esse assunto faz parte dos níveis avançados de inglês. Quem vai fazer exames de proficiência deve saber disso; pois, nas provas esse é o tipo de coisa que costuma ser testado.

Enfim, o nome técnico para essa firula (para quem não sabe, “firula” é o mesmo que “frescura”) aí que vocês viram é Inversion. Uma coisa da gramática da língua inglesa que atormenta muita gente nos dias de hoje e que serve para dar mais ênfase ao que está sendo dito. Para saber mais sobre isso leia a dica Gramática: Inversion for Emphasis. Como você pode observar trata-se de algo muito simples de se fazer. Compare as sentenças a seguir e perceba isso.
  • If you like flying, you’ll love this. (Se você gosta de viajar de avião, você vai adorar isso.)
  • Should you like flying, you’ll love this company.
  • If Carla is there, I’ll find her. (Se a Carla estiver lá, eu a encontrarei.)
  • Should Carla be there, I’ll find her. 
  • If you change your mind, let me know. (Se você mudar de ideia, me avise.)
  • Should you change your mind, let me know.
Para usar essa estrutura com “should”, lembre-se de manter o verbo principal na forma normal. Ou seja, ele não deve ser alterado. Abaixo coloco algumas sentenças para você notar isso. Observe as palavras sublinhadas. Veja que os verbos não são conjugados quando usamos a palavra “should”:
  • If he has the money, we have the time.
  • Should he have the money, we have the time.
  • If Carla is there, I’ll find her.
  • Should Carla be there, I’ll find her.
E aí? Percebeu? Achou simples ou complicado? Acho que essa resposta dependerá do seu nível de inglês. Mas, nos exemplos acima, tentei deixar tudo no nível intermediário ao avançado. Afinal, esse pessoal já sabe um pouco mais sobre o uso do First Conditional; logo, não terão dificuldades para entender isso. Gostou dessa dica!? Quer comentar algo a respeito!? Entãoclique aqui!

E lá se vai mais uma dica! Por hoje é isso! Take care, guys! 

FONTE: DENILSO LIMA.


  

COLLOCATIONS:MEIOS DE TRANSPORTE


Posted: 11 Apr 2012 08:00 PM PDT
Você certamente já pensou em aprender (ou aprendeu) como dizer os principais meios de transporte em inglês, não é mesmo? Deve até ter feito uma lista de palavras com aqueles considerados os mais comuns: bicycle, car, motorcycle, bus, subway, plane, ship e outros.

Nada de mal nisso. É legal saber dizer essas coisas em inglês. Dá a sensação de que sabemos algo. Na verdade, é só isso mesmo também: você sabe alguma coisa. Já para se comunicar bem é preciso saber muito mais que apenas o nome dos meios de transporte. É preciso aprender a combinar essas palavras com outras palavras.

Pense bem! Em português, nós dizemos “dirigir um carro”, “ pilotar uma moto”, “pedalar uma bicicleta”, “dirigir um ônibus”, “pilotar um avião”, “pilotar um navio”. Embora essas combinações seja possíveis, nós geralmente falamos “andar de carro”, “andar de moto”, “andar de bicicleta”, “andar de avião”, “andar de ônibus”, etc. Também dizemos “pegar o ônibus”, “pegar o metrô”, “pegar o avião”; ou ainda, “entrar no carro” e “entrar no ônibus”.

As combinações são várias e na hora de falar inglês as pessoas ou gaguejam ou ficam mudas. Pois, não sabem que palavras usar (combinar) com os meios de transporte. Portanto, para ajudar você com isso, anote aí algumas combinações com os principais meios de transporte em inglês.

Por lá eles dizem “drive a car”, “ride a motorcycle”, “ride a bike” (ou “wheel a bike”), “drive a bus”, “fly a plane” (ou “pilot a plane”), “pilot a ship”. Já o “andar de...” vai depender do que você quer dizer, veja:
  • I’ve never traveled by plane. (Eu nunca andei de avião.)
  • I’ve never ridden a bike. (Eu nunca andei de bicicleta.)
  • I’ve never ridden a motorcycle. (Eu nunca andei de moto.)
Outra coisa que você tem de saber dizer é que sempre diremos “go by...” (ir de...): go by car, go by bus, go by plane, go by bike, etc. Também pode-se dizer “come by...” (vir de...). A diferença está em “ir à pé” que em inglês é “go on foot” e “vir à pé”, “come on foot”. Tem ainda “go walking” e “come walking”, “ir caminhando” e “vir caminhando”, respectivamente.

O curioso é quando temos de dizer “entrar”. Em inglês, vai depender do transporte. Se for um carro, diga “get in the car”; mas, se for um ônibus, diga “get on the bus”. Tem gente que perde tempo tentando achar regras de uso para essa diferença. Embora a diferença pareça “lógica”, eu aconselho você a aprender a combinacão inteira e não se prender a uma regra (que falha vez ou outra). Dito isso, aproveite para aprender que “sair” também é diferente: “get out of the car” e “get off the bus”. Ah sim! Não posso esquecer do “catch the bus”, que é “pegar o ônibus” ou “tomar o ônibus”.

Tem ainda o metrô, que em inglês pode ser  “subway” (inglês americano) ou “underground” (inglês britânico). As combinações são praticamente as mesmas para uma palavra ou outra:  “take the subway” (pegar o metrô), “go on subway” ou “go by subway”  (ir de metrô), “ride the subway” (andar de metrô), “hop on the subway” (entrar no metrô).

FONTE: DENILSO LIMA.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

PALAVRÕES EM INGLÊS...


OS PALAVRÕES EM INGLÊS...


Posted: 06 Apr 2012 06:30 AM PDT
Aprender uma segunda língua, em minha opinião, envolve aprender não só as coisas boas, mas também as coisas ruins, por assim dizer. Isso significa aprender também as coisas que não devem ser ditas jamais: os palavrões. Muita gente acha desnecessário aprender ou ensinar os palavrões de uma língua. Eu particularmente acho necessário. Afinal, saber o quanto uma palavra é ofensiva em inglês, por exemplo, ajuda a evitar gafes e ajuda você a saber o que as pessoas estão dizendo.

Só para esclarecer melhor meu ponto, deixe-me contar uma história verídica. Quando eu ainda era iniciante nesse negócio de inglês fiz uso da expressão “oh shit” perto de uma senhora de idade. Ela imediatamente me deu a maior bronca. Eu não entendi o porquê da raiva dela, mas depois me explicaram. 

“Shit” é tido como um dos piores palavrões em inglês. No entanto, ao ler as legendas nos filmes, a tradução que eu lia era “ai que droga”, “ai que porcaria” e termos assim nada muito ofensivos. O problema é que em inglês “oh shit” equivale ao nosso “ai que car*lho”, “ai que b*ceta”, etc. Enfim, como você pode ver a ideia é bem diferente do que as legendas dos filmes diziam. 

Aqui no blog já escrevi vários textos falando sobre os palavrões em inglês. Caso você queira lê-los, basta clicar nos links no final desse texto. Hoje, quero apenas compartilhar com você uma imagem: The Periodic Table of Swearwords [no final do texto tem um link no qual você poderá baixá-la gratuitamente para seu computador].

A imagem é baseada na tabela periódica dos elementos químicos. Foi criada em 2009 pela Modern Toss e está disponível como pôster de parede, aplicativo para celular, pano de prato, imã para mural de parede e outras coisas mais. Os palavrões nela contidos são os mais comuns do inglês britânico. No entanto, muitos deles estão também presentes no inglês americano (ou no resto do mundo).

Para entender a tabela é muito simples. A coluna em vermelho (Coluna 1) traz aqueles que são os piores palavrões do inglês. São os que devem ser evitados a todo custo. Note que na coluna em vermelho está a palavra “cunt”. De acordo com todos os falantes de inglês no mundo, esse é sem dúvida o pior palavrão da língua inglesa. Para saber o significado de “cunt” em português leia a dica “Os piores palavrões em inglês” indicada abaixo.

Indo da esquerda para a direita, temos os palavrões mais pesados até chegarmos aos palavrões mais leves. Já de cima para baixo, temos os palavrões mais ofensivos de cada coluna, até chegarmos aos menos ofensivos.

FONTE: DENILSO LIMA.

ELEIÇOES EM INGLÊS-VOCABULÁRIO...


Posted: 07 Apr 2012 09:00 PM PDT
Você já imaginou bater papo com alguém em inglês e o tema da conversa ser “eleições”? Você até sabe que “elections” é o modo como se diz “eleições”, mas como será dizer “indecisos”, “índice de popularidade”, “voto eletrônico”, “pesquisa de boca de urna” e outras combinações assim? “Votar em” em inglês é “vote in”?

Ficou na dúvida? Então, caso queira aprender mais sobre o vocabulário para falar sobre eleições em inglês, a dica de hoje do Inglês na Ponta da Língua vai ajudá-lo muito. Basta continuar lendo.

Acima você já viu que “eleições” é “elections”. Não há nada de complicado nisso. Agora anote aí que “candidato” é “candidate”. Nas “National elections”, os candidatos concorrem aos cargos de “president”, “senator” e “deputy”. Os “senators” e “deputies” (federal deputies) ficam no “National Congress” que é composto pelo “Federal Senate” e a “Chamber of Deputies”. No mesmo ano em que elegemos o presidente, é ano também de escolhermos o “governor” (governador) e os “Members of the Legislative Assembly” (conhecidos por nós como “deputados estaduais”). Esse palavrão “Members of the Legislative Assembly” costuma ser abreviado por “MLA”. Como o sistema político de cada país é diferente é possível que os “deputados estaduais” sejam também chamados de “statewide deputies”.


Nas “local elections” escolhemos o “mayor” (prefeito) e os vereadores, que são conhecidos como “aldermen”, “councilmen” ou “councilors”. De modo geral, eu ficaria com o termo “councilman”. No caso de “vereadora” o jeito é dizer “alderwoman”, “councilwoman” ou “councilor”. Caso você tenha ficado confuso com todas essas palavras, não se preocupe. Aqui no Brasil podemos trocar todas elas por “crooked politicians” que dá na mesma. Lembrando que “crooked politicians” é uma das maneiras de dizermos “políticos corruptos” em inglês.

Acima eu usei o verbo “concorrer para”; mas, poderia ter usado “candidatar-se para”. Em inglês, nós dizemos “run for”: “he’s running for presidente this year” (ele está concorrendo a presidência esse ano; ele saiu pra presidente esse ano). Já que mencionei “run for”, anote aí que “vote for” é o jeito certo de dizer “votar em”: “I’ll vote for her this year” (vou votar nela esse ano).

Quem vota são os “eleitores”, que em inglês são chamados de “voters”. Toda a população votante é conhecida como “the electorate” (o eleitorado), ou também “constituency”. O “voter” que está fora de sua zona eleitoral é chamado de “absentee”. Os “absentees”, em alguns locais, podem votar normalmente. Tudo isso graças ao sistema do “electronic voting” (voto eletrônico). Vale acrescentar aqui que em termos de tecnologia nosso “electoral system” (sistema eleitoral) é considerado um dos melhores do mundo. O problema mesmo são os “politicians”(políticos), que ainda são considerados os piores do mundo. [Desculpem-me! Não resisti!]


Enfim, no dia da votação você pode “cast a blank vote” (votar em branco) ou “spoil your vote” (anular o seu voto). Para os “absentees” tem a opção de “cast an absentee vote” (votar em trânsito). A única coisa que a língua inglesa parece ficar nos devendo é algo para dizer “justificar o voto”. Isso porque para eles o voto não é obrigatório (compulsory); portanto, não precisam justificar. No dia da votação, você entra na “voting booth” (cabine de votação).

Sempre que temos “elections”, temos também as “polls” (pesquisas de opinião pública). Essas servem para medir o “popularity ratings” (índice de popularidade) dos “candidates”. No Brasil, todas as “polls” devem ser registradas no TRE, caso contrário serão chamadas de “straw polls” (pesquisas não oficiais, geralmente feitas em campanhas presidenciais). Nas “polls” sempre aparece o número de “floating voters” (eleitores indecisos), considerado um número muito importante; pois, mostra a parcela da população que não acredita nas mentiras dos candidatos. [Desculpem-me! Não resisti de novo!] 

Outra pesquisa que também é sempre feita é a tal da “exit poll” (pesquisa de boca de urna). Uma “exit poll” é geralmente feita quando os eleitores deixam a área de votação. Aliás, o local de votação é também chamado de “poll” ou “polling place”. Já a “zona eleitoral” é conhecida como “electoral disctrict”.

Depois do período de votação, chega a hora da “counting” (apuração, contagem dos votos). Antes de 1996, o pessoal “counted votes” (apurava os votos) manualmente. Hoje em dia é tudo mais simples. Em geral, o resultado sai em menos de 48 horas. Durante a “counting” pode ocorrer uma “swing” (virada); ou seja, um candidato que não tinha chances começa a ganhar mais e mais votos e ficar na frente do favorito. Quando um “candidate” ganha de lavada, nós dizemos “he/she had a landslide victory” (fulano/fulana teve uma vitória esmagadora).

Não posso esquecer de falar dos turnos: primeiro e segundo turno. Isso em inglês é chamado de “first round” e “second round”. O “candidate” que vence as eleições “take office” (toma posse) e seu “term of office” (mandato) dura quatro anos. Isso se ele não for “reelected” (reeleito).

FONTE: DENILSO LIMA.

FONTE: DENILSO LIMA.

"WHEN " E "AS"....


Posted: 08 Apr 2012 08:30 PM PDT
A palavra “when” você sabe que significa “quando”. Isso se aprende em qualquer curso básico de inglês. Mas, você sabia que a palavra “as” também pode ser usada com o significado de “quando”? Ao perceber isso, as pessoas logo se perguntam quando devem usar uma palavra ou outra. Tem diferença ou não tem diferença? E aí!? Como é que fica? É isso o que você vai aprender na dica de hoje. Vamos ver se conseguimos solucionar esse mistério e deixar você ainda mais com o Inglês na Ponta da Língua.

Como você já sabe “when” é usado para fazer perguntas. Portanto, saiba que para fazer perguntas o “as” nunca será usado. Se bem que nunca é exagero. Afinal, as língua mudam com o tempo. Mas, o que sabemos é que por enquanto somente o “when” é usado em perguntas para saber “quando” algo aconteceu, acontece ou acontecerá. Exemplos:
  • When were you born? (Quando você nasceu?)
  • When did you do that? (Quando você fez isso?)
  • When are you going to visit them? (Quando você vai visitá-los?)
  • When will he arrive? (Quando ele vai chegar?)
Além das perguntas, a palavra “when” é sempre usada quando a ideia de tempo está inserida no contexto:
  • I don’t know when he did that. (Eu não sei quando ele fez isso.)
  • We can’t remember when that happened. (A gente não se lembra quando isso aconteceu.)
  • When I was living there, things were totally different. (Quando eu morava lá, as coisas eram bem diferentes.)
Veja que nas sentenças acima, usamos a palavra “when” para fazer referência ao tempo em que algo ocorreu. Nesses casos sempre usaremos “when”. Obseve agora as sentenças a seguir:
  • I’ll do that as I get home. (Vou fazer isso quando eu chegar em casa.)
  • She spilled the milk as she got up. (Ela derramou o leite quando se levantou.)
  • I’ll ask him to call you as he gets home. (Vou pedir para ele te ligar quando ele chegar.)
Veja que nessas, usamos a palavra “as” com o sentido de “quando”. E agora!? Como saber a diferença? Simples! Basta lembrar que em português também dizemos “assim que” nesses casos. Ou seja, podemos colocar a nossa expressão “assim que” no lugar do “quando” e o sentido da sentença será o meso. Veja,
  • Vou fazer isso assim que eu chegar em casa.
  • Ela derramou o leite assim que se levantou.
  • Vou pedir para ele te ligar assim que ele chegar.
É possível também trocar o “assim que” por “no momento em que”. Enfim, sempre que você quizer dizer que algo aconteceu assim que outra também aconteceu, você pode também usar a palavra “as”.

Eu escrevi que você pode também usar a palavra “as” no parágrafo anterior pelo simples fato de que a língua inglesa aceitar também o uso de “when” nesses casos. Ou seja, você pode ficar com o “as” ou o “when” e não terá problema nenhum. 

Também é possível dizermos “just as” ou “just when” nesses casos. Lembrando que o uso da palavra “just” serve apenas para enfatizar as palavras “as” ou “when”:
  • Just as I opened my eyes, I saw this weird guy in front of me. (Bem no momento em que abri meus olhos, eu vi esse cara esquisito na minha frente.)
  • Márcia always arrives just as I start to work. (A Márcia sempre chega bem na hora em que começo a trabalhar.)
FONTE: DENILSO LIMA

segunda-feira, 2 de abril de 2012

ALFABETO FONÉTICO INTERNACIONAL-IPA

Posted: 25 Mar 2012 08:30 PM PDT
Antes de falar sobre o tema de hoje, quero avisá-los que o mudamos de endereço. Agora, você passa a acessar nossas dicas no endereço www.inglesnapontadalingua.com.br. Conte para todo mundo! Essa é apenas uma das mudanças que estamos planejando para os próximos 120 dias. Fique de olho! Agora vamos para a nossa dica e novidade de hoje.

Você conhece o Alfabeto Fonético Internacional? Em Inglês, esse alfabeto é chamado de International Phonetic Alphabet (IPA). Trata-se de um alfabeto que mostra os sons de uma língua e, portanto, ajuda a saber como uma palavra é corretamente pronunciada. Abaixo você encontra alguns exemplos do IPA em ação:
  • house /'hæʊs/
  • car /'kɑr/
  • street /'striːt/
  • woman /'wʊmən/
  • boy /'bɔɪ/
  • watch /'wɑtʃ/
  • coffee /'kɔfiː/
  • book /'bʊk/
Essas letrinhas estranhas que você vê ao lado direito é o tal Alfabeto Fonético Internacional sendo usado para mostrar como cada palavra é pronunciada. Antes de continuar, quero avisar a todos que nessa dica, não faço uso dos termos técnicos usados em Linguística quando falamos sobre sobre fonética e fonologia. O meu objetivo é apresentar o IPA de modo descomplicado para estudantes de inglês de todos os níveis.

Assim, saiba que, cada som em inglês é representado por uma ‘letra’ do alfabeto fonético. Por exemplo, o ‘c’ em palavras como ‘car’, ‘coffee’, ‘come’, ‘case’, ‘because’, ‘actor’, ‘American’, é representado por /k/ no IPA. Assim como o ‘c’, alguns sons são fáceis de serem identificados (compreendidos) por nós:
  • /b/ para a letra ‘b’ (em boy, bike, bet);
  • /f/ para a letra ‘f’ (em fan, face, foot, fin);
  • /g/ para a letra ‘g’ (em get, goat, gas);
  • /m/ para a letra ‘m’ (em mate, melt, milk, mom).
Mas, lembre-se: o Alfabeto Fonético Internacional não representa as letras de um alfabeto normal. O IPA serve para representar os sons de uma letra. Para compreender isso melhor, vamos dar uma olhada na palavra ‘face’.

A representação fonética de ‘face’ é /'feɪs/. Observe que temos o som /f/, seguido por /eɪ/ e então por /s/. Em ‘face’ a letra ‘c’ é agora representada por um /s/. Isso significa que nesse caso a letra ‘c’ não soa como /k/, mas sim como /s/ em ‘sit’, ‘see’, ‘solid’ (ou o ‘c’ português em ‘cipó’, ‘cebola’, cerveja’). Já a letra ‘e’ no final de ‘face’ não é pronunciada. Portanto, não dizemos /'feɪsiː/, mas apenas /'feɪs/.

Isso pode ser feito com todas as palavras da língua inglesa. Assim, ao aprender a usar e identificar os sons de uma palavra por meio do IPA, você aprende a pronúncia correta das palavras. Nós podemos podemos atém mesmo escrever sentenças inteiras usando o IPA. Foi o que eu fiz no último sábado no Facebook ao escrever o seguinte:
    ˈgʊd ˈmɔrnɪŋ, ˈfrendz. ˈhæʊ ˈɑr ˈjuː ˈɔl ˈduːɪŋ təˈdeɪ? ˈaɪ ˈhoʊp ˈjuː ˈhæv ə ˈwəndərfəl ˈsætərdeɪ! ˈjuː ˈɔl dɪˈzərv ˈɪt, ˈraɪt? ˈteɪk ˈker ənd ɪnˈdʒɔɪ ðə ˈdeɪ!
Que em inglês normal significa:
    Good morning, friends. How are you all doing today? I hope you have a wonderful Saturday! You all deserve it, right? Take care and enjoy the day!
Aprender a usar o Alfabeto Fonético Internacional é uma maneira excelente de ajudar você a reconhecer os sons da língua inglesa e assim desenvolver a sua pronúncia de modo correto. Claro que é preciso ter paciência para aprender todos os sons que envolvem a língua inglesa. Não são muitos e o ideal é focar naqueles que são complicados e diferentes para nós falantes da língua portuguesa.
 
FONTE: DENILSO LIMA.

PRONOME RELATIVO WHO...

Posted: 27 Mar 2012 08:30 PM PDT
Ao contrário do que muita gente pensa, a palavra “who” não é usada apenas para fazer perguntas em inglês. Seu significado também não será sempre “quem”. Dependendo do contexto, o significado e o uso da palavra “who” muda bastante. 
Isso causa certa confusão em muitos estudantes de inglês. Principalmente, quando começam a estudar as os seus Relative Pronouns. Ninguém merece isso, não é mesmo? Portanto, vou tentar explicar esse negócio da maneira mais simples possível. Vamos torcer para eu conseguir; do contrário, a gente tenta de novo. 
Para começar, dê só uma olhadinha nas sentenças abaixo:
  • He’s the guy who helped me. (Ele é o cara que me ajudou.)
  • Carol is a friend of mine who got married last year. (Carol é uma amiga minha que se casou no ano passado.)
  • There’s a man outside who wants to talk to you. (Tem um homem lá fora que quer falar com você.)
Nos casos acima estamos evitando fazer duas sentenças. Ou seja, ao invés de dizer “There’s a man outside. He wants to talk to you”, nós dizemos “There’s a man outside who wants to talk to you”.  Veja que isso é algo simples de ser observado e fácil de ser aprendido. Se você procurar por mais exemplos em textos, perceberá essa relação do “who” com o sujeito da sentença (oração) e não terá problemas. Observe agora as sentenças a seguir:
  • People who like Brazil are going to love this. (Pessoas que gostam do Brasil vão adorar isso.)
  • Those who are tired can go home now. (Aqueles que estão cansados podem ir embora agora.)
Agora o “who” está restringindo um grupo de pessoas. Veja a diferença:
  • People are going to love this. (As pessoas vão adorar isso.)
  • People who like Brazil are going to love this.
Note que a primeira sentença inclui todo mundo (todas as pessoas). Já na segunda apenas as pessoas que gostam do Brasil. Aqui a palavra “who” desempenha um papel fundamental para esclarecer melhor de quem se trata.

Nos dois casos vistos acima, não devemos separar o “who” com vírgulas. Portanto, se você estiver escrevendo algo (carta, texto, artigo, relatório, etc.) não use vírgulas. Para ficar mais claro, observe as próximas sentenças:
  • Mr. Souza, who is a doctor, was called to help us. (Sr. Souza, que é médico, foi chamado para nos ajudar.)
  • Marcela, who studied English at college, gave us some tips. (A Marcela, que estudou inglês na faculdade, nos deu algumas dicas.)
  • Paulo, who has been living in the US for years, was our guide in there. (Paulo, que está morando nos EUA há anos, foi nosso guia por lá.) 
Veja que agora a palavra “who” e a pequena sentença na qual ela está encontram-se entre vírgulas. O que isso significa?
De modo bem simples, isso significa que essa parte entre as vírgulas pode ser deixada de fora da sentença e nada mudará no sentido (significado) da sentença. Leia as três sentenças novamente sem a parte entre as vírgulas e veja como a ideia principal é mantida. sem problemas. Essa parte entre as vírgulas é apenas uma informação adicional que em nada altera a mensagem central da sentença. Observe:
  • Mr. Souza was called to help us. 
  • Mr. Souza, who is a doctor, was called to help us.
Viu como a parte entre as vírgulas é um simples acessório e pode ser realmente deixada de fora?

FONTE: DENILSO LIMA.



quinta-feira, 22 de março de 2012


Carta à
Sra. Presidenta da República
  Duvido que a coisa não mude!!!! 
 
Excelentíssima  Sra. Presidente da República Federativa do  Brasil.
Manifesto meu total apoio ao seu esforço de modernização do nosso país.
Como cidadão comum, não tenho muito mais a oferecer além do meu trabalho, mas já que o tema da moda é Reforma Tributária , percebi que posso definitivamente contribuir mais.
 

Vou explicar: 
Na atual legislação, pago na fonte 27,5% do meu salário...
Como pode ver, sou um brasileiro afortunado. Sou obrigado a concordar que é pouco dinheiro para o governo fazer tudo aquilo que promete ao cidadão em tempo de campanha eleitoral.
Mesmo juntando ao valor pago por dezenas de milhões de assalariados!
 
Minha sugestão é invertermos os percentuais:
A partir do próximo mês autorizo o Governo a ficar com 72,5% do meu
salário...
Portanto, eu receberia mensalmente apenas 27,5% do resultado do meu
Trabalho mensal.
 
Funcionaria assim: Eu fico com 27,5% limpinhos, sem qualquer ônus...

O Governo fica com 72,5% e leva as contas de: 
-Escola;
-Convênio médico ; 
-Despesas com dentista; 
-Remédios; 
-Materiais escolares ; 
-Condomínio; 
-Água;
-Luz ; 
-Telefone;
-Energia; 
-Supermercado ; 
-Gasolina;
-Transporte Escolar ou Coletivo, como preferir 
-Vestuário; 
-Lazer ; 
-Pedágios; 
-Cultura; 
-CPMF; 
-IPVA; 
-IPTU; 
-ISS; 
-ICMS;
-IPI; 
-PIS; 
-COFINS ; 
-Segurança;
-Previdência privada e qualquer taxa extra que por ventura seja
repentinamente criada por qualquer dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
Um abraço Sra. Presidenta e muito boa sorte,
           do fundo do meu coração! 

 
 Ass.: Um trabalhador que já não mais sabe o que 
  •   fazer para conseguir sobreviver com dignidade. 
  • PS: Podemos até negociar o percentual !!!
     
Agora vejam só a farra do Congresso Nacional :

Salário:.................................................... ........R$ 12mil; 
Auxílio-moradia..............................................R$ 3 mil; 
Verba para despesas "comprovadas"...............R$ 7 mil; 
Verba para assessores...................................R$ 3,8 mil; 
Para 'trabalharem' no recesso.................. .......R$ 25,4 mil;
Verba de gabinete mensal..............................R$ 35 mil; e mais 
Transporte: Passagens aéreas de ida e volta a Brasília/mês; 
Direito a "contratar" 20 servidores para seu gabinete; 
13º e 14º salários, no fim e no início de cada ano legislativo; e 90 dias
de férias anuais e folga remunerada de 30 dias.

ISSO PARA CADA 
UM DOS 514 DEPUTADOS !!!!
 
Esse dinheiro sai dos cofres públicos, ou seja, do nosso bolso !!!

Mostre sua indignação e envie este texto a todos os seus amigos e conhecidos para que protestem junto aos deputados federais e senadores.


TENHA SANTA PACIÊNCIA! ! ! !
 
PROTESTE VOCÊ!!!!!!

Posted: 20 Mar 2012 08:30 PM PDT
English Language Teacher, você quer aprender mais sobre Lexical Approach, Chunks of Language (Formulaic Language), Collocations, Colligation, Teaching Grammar Lexically, Corpus Linguistics e ensino de vocabulário de modo geral, conheça o curso "Being a Lexical Teacher": www.denilsodelima.com/lexicalteacher.

“If you will” é uma dessas expressões que causa estranheza á primeira vista. Quando usada por um nativo - ou encontrada em um texto - muita gente se perde com ela. Isso acontece porque as pessoas começam a lembrar de suas aulas gramaticais nos cursos de inglês.

Com o pensamento fixo na gramática e na mentalidade da interpretação palavra por palavra, as pessoas acham que “if you will” significa algo como “se você...”. Opa! O que significa esse “will” mesmo? Ah sim! É o tal do modal verb usado para indicar o futuro em inglês. Então vamos ver o que tem depois e então traduzir corretamente. Se você estiver tentando fazer isso, congela.

Nada de interpretar palavra por palavra e de modo focado na gramática. Para entender o “if you will” como uma expressão, você precisa aprender como ela é usada em inglês.

Anote aí, portanto, que a expressão completa deveria ser “if you will allow me to use this phrase/word”. Como dizer isso tudo é muito longo, então encurta-se apenas para “if you will”. Ao usar essa expressão, estou de certa forma pedindo a permissão do meu interlocutor para usar a palavra/expressão que disse antes ou depois. Em português podemos dizer que nesse caso a melhor equivalência é um simples “se você me permite (dizer isso)”. Veja os exemplos
  • She wasn’t an honest person, a liar if you will. (Ela não era uma pessoa honesta; uma mentirosa, se me permite.)
  • I don’t think he’s got a car. That’s an old wreck, if you will. (Não acho que ele tenha um carro. Aquilo na verdade é uma lata velha, se você me permite.)
Com esse sentido, muitos dicionários e estudiosos de expressões da língua inglesa dizem que “if you will” é parecido com o “so to speak”. A diferença é que ao dizer “if you will”, eu procuro receber o aval da outra pessoa; já com “so to speak” eu apenas digo e pronto.

Alguns policiais do uso da língua dizem que e “if you will” é algo totalmente desnecessário. Pois, de acordo com eles, trata-se apenas de uma frase usada para mostrar um certo ar de intelectualidade ao que se está escrevendo ou dizendo. A pessoa usa por achar que se trata de algo chique, intelectual e glamuroso.
  • These are, if you will, the most interesting books I’ve ever read. (Esses são, eu diria, os livros mais interessantes que eu já li.)
  • She just tried to kill him, if you will. (Ela simplesmente tentou matá-lo.)
Se você perceber bem, notará que não há mesmo a necessidade de traduzir o “if you will”. Uma prova de que se trata apenas de uma maneira de encher linguiça ao falar ou escrever algo. Por causa disso, vale dizer que essa expressão é criticada por muitos gramáticos. Portanto, você pode usá-la ou não. Uma coisa, porém é certa, aprenda sobre ela e evite as traduções malucas ao conversar com alguém.
FONTE: INGLÊS NA PONTA DA LINGUA ...DENILSON LIMA

Quanto vale um bom currículo?

Até achar um profissional qualificado, muitos currículos passam pelas mãos dos departamentos de Recursos Humanos. E é aí que surge um contraponto: em um mercado dinâmico como o de hoje, passar por várias empresas e ficar um curto período de tempo pode ser bem visto, mas também pode significar falta de comprometimento. Algumas empresas levam mais em consideração o tempo de serviço, e outras, as experiências variadas.

O que não muda, é o fato das empresas buscarem perfis que apresentem quatro competências comportamentais: pró-atividade, comprometimento, qualidade e espírito de equipe, pontos esses que são fundamentais para qualquer função. 

Se você tem um currículo diversificado, busque descrever sempre um breve histórico da sua trajetória e evolução nos cargos e empresas por onde passou. Profissionais com pouco tempo de permanência em empresas podem transparecer instabilidade e falta de maturidade. Por outro lado, um currículo com um longo período de atuação em uma mesma empresa, na mesma função, pode denotar desatualização e pouco investimento em qualificação. 

Certamente um bom currículo é aquele que demonstra a busca constante por desenvolvimento e crescimento profissional, ao mesmo tempo em que apresente uma trajetória estável de carreira.

Pense nisso!
Fonte: Graciela Oliveira Roth Colle


Quantos “Tarsos” existem?

Peço ajuda para entender o que está acontecendo. 
Em 2008 o Chefe da Casa Civil, um tal Tarso Genro, anunciou e fez o maior alarde sobre a criação do Piso Nacional do Magistério ( Lei Nº. 11.738), deu entrevista e tudo dizendo que todos teriam que cumprir a Lei, deu até algumas saídas para os governos que, por ventura, tivessem dificuldade em pagar. Lembro dele sorrindo com tal feito: a esperada “valorização dos professores” tão massacrados por seus vencimentos risórios.  
Em 2011 o governador do estado do Rio Grande do Sul, um tal Tarso Genro, simplesmente diz que vai pagar o Piso, mas não o nacional, pois, segundo ele, o MEC não pode interferir no salário de seus servidores.
Por favor, peço mais uma informação o indexador da Lei é o custo-aluno, está lá no Art. 5 Parágrafo Único assinado e tudo pelo tal Tarso Genro (Chefe da Casa Civil do governo Lula), então porque a discussão? Ou Lei é apenas um passatempo dos legisladores?
O STF em 6 de abril de 2011, por 8 votos a 1, considerou constitucional a Lei do Piso do Magistério. Aprendi com meus professores que os ministros do Supremo são autoridades incontestáveis, mas então para que discutir se estes já decidiram a favor do mesmo, e que os estados deveriam pagá-lo imediatamente?
Como professor (a) necessito uma orientação pedagógica, o que devo ensinar aos meus alunos? Porque a baderna está instaurada e não sei mais nada sobre hierarquia nesse país, afinal o desrespeito a Lei me parece regra dos políticos brasileiros, e o cumprimento só é feito quando há conveniência.
Para finalizar, a pergunta que não quer calar, esses Tarsos Genros são a mesma pessoa?